Vincent Moon, o cineasta trovador

Este maluco aí de cima é o Vincent Moon, dono do inefável la blogotheque e criador dos mágicos take away shows. Moon é um inconformado e prolífico representante da nova safra do audiovisual, às vezes até incompreendido. Nega a academia e trilha o seu próprio caminho em prol de sua liberdade criativa e da experimentação. Liberto das amarras que insistem em amordaçar as ideias, se formou na escola da vida, e é hoje um dos cineastas mais cativantes de seu tempo, ao seu modo.

Seu nome já foi citado algumas vezes por aqui, porém, sempre focando em algum trampo ou projeto específico desenvolvido por ele. Agora, sob uma outra ótica, é hora de conhecer o cara por trás das lentes.

De fala fácil e debochada, Moon conta um pouco do que aprendeu com a vida e como pôde expressar esse aprendizado em seus filmes. Em entrevista concedida ao saraiva conteúdo, ele fala sobre o seu processo de trabalho e de sua passagem pelo brasil – tecendo análises sobre as diferenças entre Rio e São Paulo e como surgiu a opção estética de seus vídeos (a grande sacada do seu portifólio) nos take away shows.

“(…) quando eu comecei a trabalhar com imagens em movimento eu estava pensando na linguagem do cinema que eu amava tanto. Era uma busca para continuar aquilo e havia a tela da tv, que eu odiava, e queria lutar contra isso. E então havia uma nova tela, a internet. (…) eu queria propor uma linguagem que se adaptasse a essa tela (…)”.

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