O website nosso de cada dia

O futuro e o futuro dos websites

Ah, os websites… Qual seria o futuro destes  que são a porta de entrada para o conhecimento e a força motriz da internet?

Desde o seu surgimento, o website se apresenta como um dos instrumentos de publicidade mais eficientes que existem. Servem de apoio a campanhas de outros meios de comunicação como o rádio, televisão, jornal, placas, folhetos, etc., e podem constituir um empreendimento completo ou parcial, prestando serviços, vendendo produtos ou simplesmente informando com custos reduzidos em relação ao negócio “não-virtual”.

Entende-se website como um conjunto de páginas da web, isto é, de hipertextos acessíveis gerados pelo protocolo HTTP na Internet. O conjunto de todos os sites públicos existentes compõe a World Wide Web.

Os sites, em geral, podem ter os seguintes propósitos:

  • Institucional: muitas empresas usam seus sites como ponto de contato entre uma instituição e seus clientes, fornecedores, etc. No caso de instituições comerciais, usam-se sites também para comércio eletrônico, recrutamento de funcionários etc. Instituições sem fins lucrativos também usam seus sites para divulgarem seus trabalhos, informarem a respeito de eventos. Há também o caso dos sites mantidos por profissionais liberais, para publicarem seus trabalhos.
  • Informações: veículos de comunicação como jornais, revistas e agências de notícias utilizam a Internet para veicular notícias, por meio de seus sites. Jornalistas freelancers e indivíduos comuns também podem publicar informações na Internet, por meio de blogs e podcasts.
  • Aplicações: existem sites cujo conteúdo consiste de ferramentas de automatização, produtividade e compartilhamento, substituindo aplicações de desktop. Podem ser processadores de texto, planilhas eletrônicas, editores de imagem, softwares de correio eletrônico, agendas, etc.
  • Armazenagem de informações: alguns sites funcionam como bancos de dados, que catalogam registros e permitem efetuar buscas, podendo incluir áudio, vídeo, imagens, softwares, mercadorias, ou mesmo outros sites. Alguns exemplos são os sites de busca, os catálogos na Internet, e os Wikis, que aceitam tanto leitura quanto escrita.
  • Comunitário: são os sites que servem para a comunicação de usuários com outros usuários da rede. Nesta categoria se encontram os chats, fóruns e sites de relacionamento.
  • Portais: são chamados de “portais” os sites que congregam conteúdos de diversos tipos entre os demais tipos, geralmente fornecidos por uma mesma empresa. Recebem esse nome por congregarem a grande maioria dos serviços da Internet num mesmo local.

Assim como os meios, os inter-meios, também evoluem – ta aí o Tumblr que não nos deixa mentir. E, é claro: com toda a revolução tecnológica, comportamental, de consumo e pensamentos que estamos vivendo – e tendo a web como motor deste movimento –, nada mais óbvio do que vislumbrar novas maneiras de experienciar o site nosso de cada dia.

Daí surge a pergunta: estaria então o futuro dos websites tradicionais, fadado a um fracasso precoce? Bem, se partirmos do pensamento ainda (re)corrente, de que um website de marca, pessoa ou instituição é uma espécie de versão online do escritório/sede/estúdio/casa do referido, talvez. 

Se liga só no vídeo abaixo, que compila uma série de entrevistas com quatro especialistas de NYC, falando sobre o futuro dos sites. Ele traz reflexões interessantes sobre o próximo passo da vida (ou morte) dos websites como os conhecemos. Ou como lembramos deles. É bem Massa.

 

Via: brainstorm#9 // Wikipédia

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