A AlmapBBDO criou três peças para o Greenpeace denominadas “Green Tube”, nas quais as telas do Youtube se tornam não somente a forma de mídia como também parte da propaganda em si.
A AlmapBBDO criou três peças para o Greenpeace denominadas “Green Tube”, nas quais as telas do Youtube se tornam não somente a forma de mídia como também parte da propaganda em si.
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A WWF lançou uma animação para mostrar como pequenas ações podem fazer uma grande diferença quando se quer mudar o mundo. A agência britânica Bostock and Pollit foi a criadora deste belo vídeo.
Via: Brainstorm#9
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A ilha de Páscoa desperta muita curiosidade com suas gigantescas estátuas. Está localizada a 3.500 km da costa do Chile, quase no meio do Oceano Pacífico. Em seu pequeno território de 115 km2, esconde mistérios que desperta muita curiosidade.
A ilha tem um formato triângular e em cada ponta, possui um vulcão adormecido, de onde saía grande parte do material para a construção das grandes estátuas. É possivel localizar cerca de mais de 800 estátuas atualmente.
O mistério da Ilha da Páscoa já existia quando o primeiro explorador europeu, o holandês Jacob Roggeveen, desembarcou lá em 5 de abril de 1722, durante a Páscoa. Como, perguntou-se Roggeveen após encontrar a pedreira de onde saíram as estátuas, elas foram transportadas e erigidas, se não existe material na ilha para fazê-lo?
Nenhuma árvore com mais de três metros pode ser vista em toda a sua superfície. Não existem animais nativos ou pássaros. Somente as enormes cabeças esculpidas em rocha vulcânica, centenas delas, a maioria com ao menos cinco metros de altura, algumas chegando a 20, todas pesando dezenas de toneladas.
A ilha chegou a ter uma população de 15 mil pessoas, em 11 tribos. Os chefes competiam entre si, erguindo as estátuas como símbolo de seu poder. Quanto maior, melhor. Na Idade Média, cidades faziam o mesmo com suas catedrais.
Foto: Link
E como as estátuas foram transportadas e erguiidas? Como nenhum europeu viu isso acontecer, o que se pode fazer é construir uma explicação consistente com os achados científicos.
Foto: Link
Pedras gigantescas foram transportadas por várias outras civilizações, em geral apoiadas sobre grades feitas de madeira e puxadas por cordas, como um trenó. Mas como, se não existem árvores na ilha?
Foto: Link
Não existem agora, mas certamente existiram no passado. Flenley, usando técnicas que permitem identificar o pólen e restos carbonizados de plantas extintas, provou que, antes da chegada dos humanos, a ilha continha uma floresta subtropical rica em árvores enormes, incluindo uma palmeira gigante encontrada no Chile, que chega a ter 30 metros de altura.
Todas elas foram sistematicamente derrubadas para serem usadas nas grades de transporte e em grandes canoas para a pesca de atum, golfinho e outros animais transoceânicos.
Estudos de ossos encontrados pela ilha mostram que, no passado, existiam 6 espécies de aves nativas e 25 de aves marinhas. Todos essas aves desapareceram. Foi possível também reconstruir como a alimentação dos nativos variou durante os séculos.
Ossos de atum e golfinho, abundantes durante os primeiros séculos, desapareceram em torno de 1600: com todas as árvores derrubadas, não era mais possível construir canoas transoceânicas. Os nativos passaram a devorar sistematicamente os animais da ilha.
Quando acabaram, ou quase (sobraram principalmente ratos), eles passaram a devorar a si próprios: em torno de 1700, a ilha entrou em uma era de canibalismo.
Nesse ponto, que o romance escrito por Alexandre Raposo (Inca, A saga da América pré-colombiana), começa uma história cheia de aventuras. Temendo uma revolução na ilha, um morador, com 2 filhos, preocupado com o que poderia acontecer, constroe uma canoa para uma saída de emergência mar adrento.
Inca
A saga da América pré-colombiana (veja entrevista)
Alexandre Raposo
Romance 352 páginas
Formato: 14 x 21 cm
Confira a reportagem com o autor no link: Clique aqui
Texto original: Jornal da Ciência – Link
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Ensaio fotográfico mostrando as belezas naturais do estado de Michigan, EUA, que também é conhecido como The Great Lakes States (O Estado dos grandes lagos).




Link: Michigan
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O escultor Jason deCaires Tailor pode se considerar um sortudo. O cara é o primeiro a deixar seu trabalho dentro do mar, isso mesmo, suas esculturas servem de recifes naturais aos seres marinhos e ficam a profundidades de até 11 metros.
O legal é que suas obras têm um caráter ecológico e não prejudicam os animais que ali habitam!
Link: Jason deCaires Taylor
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Josh Keyes é californiano e muito talentoso. O pintor, que também é escultor, faz trabalhos muito realistas, onde suas pinturas parecem mais fotografias, fiéis à sua mente extraordinária.
Josh faz, em seus trabalhos, um paralelo entre o capitalismo e o mundo selvagem dos animais e culturas diversas e de como a expansão urbana pode interferir no meio ambiente.
Link: Josh Keyes
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Em junho de 1997, o governo da província de Quebec criou uma lei chamada, L’efficacité Énergétique, que promovia o desenvolvimento de novas tecnologias energéticas para todos os setores de atividades e todas as formas de energia.
A Agence de l’efficacité énergétique é uma agência destinada, exclusivamente, a desenvolver campanhas para incentivar a população a seguir a presente lei. Criaram o “Énerguy”, um site interativo, com um joguinho bem legal. Você deve conduzir um rapaz a fazer ações ecologicamente corretas.
Link: Énerguy
Link: Agence de L’efficacité Énergétique
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O microbiologista Brian Valentine aposentou e resolveu fazer o que mais gosta, tirar fotos. Com isso, descobriu que podia, novamente, voltar a trabalhar, só que desta vez com muito mais prazer que antes. Seu principal interesse é em macrofotografia e, quase todas as fotos são tiradas em seu próprio jardim, pois Brian é um jardineiro ávido.
Para ver mais fotos de Brian Valentine, clique aqui.
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O vídeo, feito pelo canal Discovery Channel, mostra como o planeta Terra é fantástico em todos os sentidos e de como viver nele vale a pena!
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