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WWF: O mundo é onde vivemos

Sem muitas palavras, se liga só o quanto essa nova campanha da WWF é foda.

 

We are all connected. 

myworld.panda.org

Os 10 vídeos mais assistidos no YouTube em 2011

Se você assistiu ao menos um vídeo do YouTube este ano, contribuiu para que o site chegasse a 1 trilhão de views em 2011.

Mas antes de dar palmadinhas nas costas ou sacudir a cabeça em desaprovação, vamos ver se seus hábitos coincidem com os de outras pessoas ao redor do mundo.

2011 foi um ano incrível de novos canais e novas estrelas sendo descobertas, criatividade incrível, e, é claro, Rebecca Black”, diz Kevin Allocca, Gerente de Tendências do YouTube, aqui. “Foi também um ano cheio de novas histórias no Youtube, enquanto pessoas testemunharam e documentaram levantes e desastres naturais, momentos pessoais e momentos de protesto.”

Então, vamos ao top 10 de 2011:

1. “Friday” – Rebecca Black

2. “Ultimate Dog Tease”

3. “Jack Sparrow” – The Lonely Island e Michael Bolton

4. “Talking Twin Babies Part 2″

5. “Nyan Cat”

6. “Look At Me Now” Cover Karmin Music

7. “The Creep” – The Lonely Island, Nicki Minaj e John Waters

 

8. “Born This Way” – Cover Maria Aragon

9. “The Force” Volkswagen Comercial

10. “Cat Mom Hugs Baby Kitten”

*O YouTube resguardou vídeos musicais e videoclipes dos ‘mais assistidos’, em virtude da popularidade dos músicos e celebridades, que acumula views.

Para ver o top 10 de grandes artistas, clique aqui.

Via: Mashable

7 maneiras de ter mais, possuindo menos

Consumo imperceptível, ou o que senhoras almoçando têm a ver com o karma da web social

Uma hora a bolha estoura, e cada vez mais temos que (re)inventar nossos hábitos de consumo para torná-los mais acessíveis e congruentes com a realidade em que vivemos. O consumo colaborativo é um viés recorrente na contemporaneidade, mas ainda pouco difundido. É uma relação meio óbvia. Da mesma maneira que, hoje, não conhecemos e, sobretudo, não seguimos os modelos e conceitos clássicos do capitalismo mercantil, não devemos (e não podemos) nos tornar reféns da sociedade do consumo. Não sem ao menos tentar alguma forma de mudança.

Coisas. Todos nós acumulamos coisas e, eventualmente, estabelecemos todos os tipos de ligações emocionais com elas  – provavelmente, porque a grande máquina fazedora de marketing do século 20 nos condicionou a fazê-lo. Mas com o advento das plataformas digitais e ferramentas cloud-based está se tornando cada vez mais fácil ter todas as coisas que queremos sem realmente possuí-las (e este parece ser o grande mote do consumo colaborativo). Como disse certa vez um dos fundadores da Wired e notável ​​visionário, Kevin Kelly: “o acesso é melhor do que propriedade.”

Abaixo está uma lista feita pelo site http://www.brainpickings.org/, que seleciona sete cases de serviços que – através de ideias e conceitos inovadores – ajudam a pensar em boas maneiras de reduzir nossa pegada na emissão de carbono, aliviar a carga econômica e, em muitos casos, nos libertar das algemas das “coisas”, através do poder da partilha.

Olha que bonito:

1. 

A era de odiar seus vizinhos acabou. O tempo de ligar-se com eles começou. O NeighborGoods é uma nova plataforma que possibilita fazer exatamente isso, permitindo-lhe tomar emprestado e emprestar qualquer coisa para os seus vizinhos, ao invés de comprar coisas novas. (Lembre-nos, por favor, o que aconteceu com aquele liquidificador fantasia que você comprou e usou apenas duas vezes? Plin!) De bicicletas à aparelhos de DVD, o startup se autoproclama: “a Craigslist do empréstimo”, o que lhe permite economizar e ganhar dinheiro. :)

* Ah, ainda é possível importar seus amigos e contatos do Twitter e do Facebook, para uma lista mais selecionada.

Veja como funciona:

 

2. 

Similar ao NeighborGoods, SnapGoods lhe permite alugar, emprestar e tomar emprestado qualquer coisa dentro de sua comunidade. No entanto, leva as coisas um passo a frente, expandindo a noção de “comunidade” não só para o seu grupo local – prédios, escritórios da vizinhança, ou apartamentos – mas para o seu gráfico social através dos quatro cantos da web. O site apresenta a integração do Facebook e Meetup, estendendo seu círculo social para as nuvens.

3. 

Cultivar os próprios alimentos é o sonho de todo hipster-urbanóide. Mas o problema disto é que você realmente precisa ter um lugar para o plantio. Digite Landshare.net e encontre uma plataforma inovadora para a conexão de produtores aspirantes com os proprietários que têm o espaço, mas não o utilizam.

Embora atualmente disponível apenas no Reino Unido, esperamos ver o Landshare, ou pelo menos o conceito por trás dele, se espalhando pelo mundo em breve.

4. 

Swaptree é uma plataforma simples, mas brilhante, para trocar seus bens de mídia – desde livros e DVDs, até discos de vinil –, uma vez que eles seguem seu curso em sua vida e você procura por novos objetos de útilidade pessoal. Há quase três anos, a rede tem facilitado cerca de 1,6 milhões de trocas, poupando seus usuários estimados US$ 10,3 milhões, e reduzindo a pegada de carbono coletiva em 9,3 milhões de toneladas. Palmas!

5. 

A maioria de nós está familiarizado com o conceito de regifting, ou (re)presentear. (Sem desrespeito, mas a falta de conexão e bom gosto entre amigos às vezes é surpreendente). Felizmente, o GiftFlow permite que você doe presentes que você não quer para as outras pessoas que queiram (ou não, mas você faz mesmo assim). A plataforma é baseada em um sistema de reputação cármica (rs) – onde o seu perfil mostra tudo que você tem dado e recebido –, e constrói um sistema implícito de confiança através da transparência.

6. 

Eles são grandes entusiastas do bikesharing, mas, a este ponto, o conceito não foi capaz de transcender as implementações locais. Enquanto algumas cidades como Paris, Amsterdã e Denver têm a sorte de ter prósperos programas de bikesharing, o intuito aqui é prover um único serviço disponível em locais diferentes.

Zipcar já existe há algum tempo e trata-se basicamente de uma política on-demand de compartilhamento de carros. Ou seja: os usuários têm flexibilidade para pegar um carro aonde estiverem. São milhões de carros nos EUA, U.K e Canadá. O serviço é a solução mais promissora para reduzir o congestionamento do tráfego e poluição nas cidades, sem reduzir o número real de motoristas.

7. 

“Me empresta um pouco de açúcar, eu sou seu vizinho”. Mais do que uma linha lírica de narrativa do cotidiano, a inspiração por trás de compartilhar algumas chícaras de açúcar se tornou um símbolo da celebração da vizinhança através da partilha de bens e recursos. Bem como SnapGoods e NeighborGoods, o serviço permite que você peça, alugue e compartilhe coisas dentro do seu bairro ou grupo de amigos.

Via: brainpickings

O primeiro tweet do Papa

Papa usa iPad para enviar seu primeiro tweet

Pope Uses Apple iPad To Send His First Tweet [Headlines]

É sério, até o Papa está twittando. Na terça-feira (28) Bento XVI, usando um iPad 2, twittou pela primeira vez anunciando o lançamento do portal de notícias do Vaticano na internet, o News.va.

Ele escreveu no perfil do Vaticano no Twitter @news_va_en: “Queridos amigos, eu acabei de lançar o ‘News.va‘ graças ao nosso senhor Jesus Cristo! Com minhas orações e bençãos, Bento XVI”.

Aqui ó:

O portal anunciado pelo Papa é mais uma tentativa de aproximação da igreja com o público jovem e, obviamente, também de estar mais perto de seus fiéis – o site reunirá matérias do jornal, rádio e TV do vaticano.

@news_va_en

Via: psfk

Salvar Como WWF

WWF Document Format Doesn't Give You a Choice but to Save Paper

 

 

A World Wildlife Federation – maior rede independente de conservação da natureza do mundo – com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, lançou um novo formato de arquivo semelhante ao popular Portable Document Format (PDF), com exceção de um interessante detalhe: o arquivo não pode ser impresso.

O formato de arquivo WWF foi criado sobre a perspectiva de um desafio: diminuir o uso desnecessário de papel em uma variedade de ajustes, principalmente em locais de trabalho e universidades. A proposta é que os usuários de computador reduzam a quantidade de papel impresso no dia a dia, preservando assim muitas árvores.

A nova extensão está disponível atualmente apenas para Mac, mas uma versão para Windows estará disponível em breve. Para os que desejam apoiar a causa e espalhar a idéia para que outras pessoas possam utilizar, basta adicionar o banner abaixo em seu website.

Para fazer o download do software gratuitamente, clique na imagem abaixo.

 

Assista ao vídeo demosntrativo abaixo:

 

Save as WWF

Via: psfk

Big Help Mob: Flash Mobs Por Uma Causa

Big Help Mob- Flash Mobs For A Cause

 

Uma empresa da organização não-lucrativa do grupo Perth – Youth Tree, criou o Big Help Mob. A essencia do projeto consiste em um grupo de voluntários de cem pessoas que se reúnem para realizar “atos sobrenaturais em benefício de ONGs e comunidades necessitadas”.

O âmbito de atuação dos voluntariados vai da renovação de projetos ambientais, plantio de árvores até a realização de limpezas urbanas e de comunidades. O Big Mob opera em um estilo semelhante ao do grupo da cena global  Improv Everywhere, gerando paralelamente a uma grande rede de voluntários as intervenções urbanas em prol do benefício de outrem. Além disto, o grupo organiza flash mobs de plantão para abordar as causas locais em necessidade.

Assista abaixo um dos seus projetos mais recentes celebrando os transportes públicos:

 

Big Help Mob

Via: psfk

Facebook: Uma Rede Social Movida a Carvão?

O Greenpeace lançou recentemente uma campanha destinada ao Facebook. O grupo verde está procurando uma maneira de convencer o Facebook – que planeja construir um datacenter  alimentado por carvão em Oregon – a abandonar a idéia. O Greenpeace alega que o Facebook está fora de sintonia com as tendências mais sustentáveis na indústria de TI como um todo. A organização já recolheu 500.000 assinaturas para a petição contra a mais acessada rede social do mundo.

Crunchgear vê um objetivo estratégico em ir atrás de Facebook: a influência da rede social pode gerar um efeito cascata se o Greenpeace for bem sucedido em seus esforços, usando o Facebook para alternar as fontes de energia.

Nicholas Deleon em Crunchgear elabora:

O principal problema do Greenpeace com o Facebook, é que o seu novo datacenter será executado com “eletricidade a carvão sujo”. Sendo que a queima do carvão gera uma enorme aumento da quantidade de CO2 na atmosfera, e você pode imaginar o quanto um centro de dados do Facebook geraria.

É bem verdade que o Facebook é, digamos, influente, e qualquer decisão de se afastar do carvão pode servir como uma lição ou exemplo para outras empresas. Uma espécie de, “Bem, se o Facebook não precisa de carvão, então talvez nós também não”.

Greenpeace

Crunchgear: “Next On Greenpeace’s Enemies List: Facebook”

Via: psfk

Planeta Terra x SWU

Após a extinção do TIM festival, o que restou a nós, fãns de boa música e principalmente de shows, foi ficar a mercê de grandes empresários e patrocinadores, para que apresentações internacionais e os festivais pudessem acontecer. Pois bem. Uma vez que isto acontece, com o promissor SWU, ficamos mais uma vez reféns de inúmeros prós e contras até a compra do ingresso.

Isto levanta algumas questões bastante interessantes sobre a corrida de fechamentos proposta pelos dois grandes festivais do ano no Brasil: de um lado, o competente Planeta Terra, com um bom histórico de organização, atrações e custo-benefício; de outro o SWU, estreante com pinta de quem vem para fazer muito barulho, querendo fazer da simpática Fazenda Maeda um grande revival de Woodstock.

Se você é um daqueles que está em dúvida em qual festival ir, o Songkick pode te dar uma forcinha.

Trata-se de um site muito interessante para listar shows, tanto os que você pretende ir quanto os que marcaram a sua vida e valem entrar em seu Gigography.

sign up é feito todo em um clique, e tem autenticação por Facebook. Além disso, dá pra importar suas bandas favoritas do Last.fm, inserir links, adicionar shows que você já viu e que gostaria de ver.

Agora é só seguir os perfis do SWU e do Planeta Terra, acompanhar as novidades, preços, atrações e regalias. Pesar tudo, e se decidir.

TED: Ideas Worth Spreading – Amazônia, Nov/2010

TED – sigla em inglês para tecnologia, entretenimento e design – é uma ONG criada em 1984 para compartilhar boas idéias e tentar tornar o mundo um lugar melhor. Nessas mais de duas décadas, recebeu milhares de grandes pensadores e formadores de opinião de todo o mundo para suas conferências anuais, realizadas na California e em Oxford. (mais…)

Depois de muitos eventos e conferências em prol de temas de domínio – e interesse – público, como sustentabilidade, qualidade de vida, desmatamento e diversas atividades realizadas em inúmeras capitais e centros urbanos de grande relevância ao redor do mundo, chegou a vez da amazônia.

Para mais informações e assistir o vídeo de apresentação do evento, acesse o site: http://tedxamazonia.com.br/

Via: nuts

#EndAIDS: Nike Laces Up Contra AIDS

Após o sucesso da campanha Write The Future apresentada durante a copa do mundo de 2010 pela Nike, a mobilização da gigante esportiva agora é contra a AIDS. Já é de conhecimento comum, os problemas que o continente africano enfrenta com relação à doença, porém com o advento do mundial passou a se dar mais atenção ao fato. 22 milhões de pessoas vivem com a doença, somente na África, e por esse motivo, a Nike lançou o #EndAIDS (NIKE) RED Laces, comprometendo-se a doar 100% dos lucros obtidos com a venda do produto, para políticas relacionadas ao tratamento e ao combate do vírus HIV/ SIDA, Tuberculose e Malária; “combatentes” do Fundo Global e programas de futebol iram ajudar a educar contra a doença. Atualmente, a Nike teria levantado mais de US $ 150 milhões de dólares para o Fundo Global, que irá ser usado para o teste de HIV, medicamentos anti-retrovirais, formação do pessoal médico e de medidas preventivas contra a transmissão materno-infantil da doença.

O personagem central desta nova ação, é o jogador Didier Drogba, que aparece falando da relativa “simplicidade” do combate ao vírus.

Confira o vídeos da campanha abaixo:

Via: psfk