Foi montada em Londres uma exposição com quase 300 retratos de tribos africanas.
Foi montada em Londres uma exposição com quase 300 retratos de tribos africanas.
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Artista: Ilana Yahav
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Surface é um computador instalado em uma mesa e é operado apenas a base do touchscreen. Ele possui uma infinidade de recursos que podem deixar a vida mais fácil. Como descreve a Microsoft: “surface computing is a major advancement that moves beyond the traditional user interface to a more natural way of interacting with information”.
Conheça mais asisitindo aos videos no site da Microsoft (link)
Demonstração do Surface em na CES 2008
Imaginando o que esses recursos podem oferecer, o video abaixo foi faz uma previsão, bem interessante, de como seria a atuação da tecnologia em áreas de saúde.
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A frase tem origem num diálogo do jogo Zero Wing numa tradução mal feita do japonês para o Inglês. O movimento de culto a esse erro começou timidamente com um pequeno grupo de usuários que colocavam a imagem da frase na assinatura. Foi crescendo e ganhando dimensão maior, até que se espalhou por fóruns em todo mundo. Vários sites passaram a vincular animações em Flash do diálogo com várias montagens de fotos de famosos.
“All Your Base” foi um fato interessante pois demonstrou o poder da Internet em espalhar rapidamente mensagens que nunca seriam cobertas pela mídia tradicional. Os autores não esperavam que esse culto à frase ganhasse proporções tão grandes, chegando a ser citado na televisão americana no canal Fox News e referenciado por dezenas de video games anos depois.

CURIOSIDADES
Em 2002, AYBABTU foi destaque numa exposição de arte chamada “Trigger: Game Art” (Gatilho: A Arte dos Videojogos, em tradução livre), que evidenciou a influência dos videojogos na arte contemporânea.
Em 24 de Outubro de 2003, na cidade de Union City, na Califórnia, dois estudantes de 16 e 17 anos usaram fita adesiva para fixar a frase “All your base are belong to us” em várias paredes do colégio local. A diretoria, que não entendeu a frase, entrou em pânico e fechou o colégio.
Veja as referências na mídia ao AYBABTU : Link
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Já há algum tempo que Shinya Inamura, esse designer japonês, mostra um trabalho muito interessante. Seus trabalhos chegam em certos momentos a ter um lado infantil, que de certa forma tem muito da própria referência de seus conterrâneos, sem perder de vista uma capacidade singular de fazer arte. Desenvolve também trabalhos que misturam fotografia e vetores criando um mundo fantástico com composições muito belas. Outro destaque para o trabalho dele são as estampas que você pode baixar por temáticas como pop, retro, cute e japonês.
Link: everydayincons.jp
Link: Portfolio do escritório INA – Shinaya Inamura
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A ilha de Páscoa desperta muita curiosidade com suas gigantescas estátuas. Está localizada a 3.500 km da costa do Chile, quase no meio do Oceano Pacífico. Em seu pequeno território de 115 km2, esconde mistérios que desperta muita curiosidade.
A ilha tem um formato triângular e em cada ponta, possui um vulcão adormecido, de onde saía grande parte do material para a construção das grandes estátuas. É possivel localizar cerca de mais de 800 estátuas atualmente.
O mistério da Ilha da Páscoa já existia quando o primeiro explorador europeu, o holandês Jacob Roggeveen, desembarcou lá em 5 de abril de 1722, durante a Páscoa. Como, perguntou-se Roggeveen após encontrar a pedreira de onde saíram as estátuas, elas foram transportadas e erigidas, se não existe material na ilha para fazê-lo?
Nenhuma árvore com mais de três metros pode ser vista em toda a sua superfície. Não existem animais nativos ou pássaros. Somente as enormes cabeças esculpidas em rocha vulcânica, centenas delas, a maioria com ao menos cinco metros de altura, algumas chegando a 20, todas pesando dezenas de toneladas.
A ilha chegou a ter uma população de 15 mil pessoas, em 11 tribos. Os chefes competiam entre si, erguindo as estátuas como símbolo de seu poder. Quanto maior, melhor. Na Idade Média, cidades faziam o mesmo com suas catedrais.
Foto: Link
E como as estátuas foram transportadas e erguiidas? Como nenhum europeu viu isso acontecer, o que se pode fazer é construir uma explicação consistente com os achados científicos.
Foto: Link
Pedras gigantescas foram transportadas por várias outras civilizações, em geral apoiadas sobre grades feitas de madeira e puxadas por cordas, como um trenó. Mas como, se não existem árvores na ilha?
Foto: Link
Não existem agora, mas certamente existiram no passado. Flenley, usando técnicas que permitem identificar o pólen e restos carbonizados de plantas extintas, provou que, antes da chegada dos humanos, a ilha continha uma floresta subtropical rica em árvores enormes, incluindo uma palmeira gigante encontrada no Chile, que chega a ter 30 metros de altura.
Todas elas foram sistematicamente derrubadas para serem usadas nas grades de transporte e em grandes canoas para a pesca de atum, golfinho e outros animais transoceânicos.
Estudos de ossos encontrados pela ilha mostram que, no passado, existiam 6 espécies de aves nativas e 25 de aves marinhas. Todos essas aves desapareceram. Foi possível também reconstruir como a alimentação dos nativos variou durante os séculos.
Ossos de atum e golfinho, abundantes durante os primeiros séculos, desapareceram em torno de 1600: com todas as árvores derrubadas, não era mais possível construir canoas transoceânicas. Os nativos passaram a devorar sistematicamente os animais da ilha.
Quando acabaram, ou quase (sobraram principalmente ratos), eles passaram a devorar a si próprios: em torno de 1700, a ilha entrou em uma era de canibalismo.
Nesse ponto, que o romance escrito por Alexandre Raposo (Inca, A saga da América pré-colombiana), começa uma história cheia de aventuras. Temendo uma revolução na ilha, um morador, com 2 filhos, preocupado com o que poderia acontecer, constroe uma canoa para uma saída de emergência mar adrento.
Inca
A saga da América pré-colombiana (veja entrevista)
Alexandre Raposo
Romance 352 páginas
Formato: 14 x 21 cm
Confira a reportagem com o autor no link: Clique aqui
Texto original: Jornal da Ciência – Link
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A Mostra de Cinema de Tiradentes chegou à décima segunda edição confirmando uma assinatura própria que a diferencia de outros eventos cinematográficos no país. Mais que apostar no digital – e a coordenadora Raquel Hallak já declarou que abraça plenamente esse suporte de acesso, a Mostra de Tiradentes elenca em sua programação cineastas de primeiros filmes e, muitos deles, com propostas radicais. A organização, inclusive, acatou a sugestão do curador Cléber Eduardo e integrou a Mostra Aurora dentro da programação, desde o ano passado, e que contempla exatamente realizadores iniciantes.
Durante nove dias, a “12 Mostra de Cinema de Tiradentes” exibiu 121 filmes – 28 longas; 32 curtas e 61 curtas digitais e teve um público de cerca de 38 mil pessoas. A coordenação já deixou bem claro que não lhe interessa apenas exibir filmes, e ainda que programe outras atividades comuns a outras mostras e festivais, como oficinas, seminários e debates, criou uma atividade que caiu em cheio nas graças do público: O Encontro com a Crítica, o Diretor e o Público. Se o público lotou as sessões na praça e na tenda, o mesmo se deu nesses encontros com pessoas disputando lugar no chão em alguns deles.
Nessa edição, o filme mais esperado foi a estréia em longas do premiado curta-metragista Eduardo Valente com o filme “No Meu Lugar”. Seu novo trabalho está garantido em uma das mostras do próximo Festival de Cannes, já que Valente foi premiado no festival em 2002 com o curta “Um Sol Alaranjado”, o que lhe garantiu a vaga. “No Meu Lugar” não decepcionou, é um filme de surpreendente maturidade artística e que confirma o talento do cineasta. “No Meu Lugar” parte de uma tragédia urbana, mas desloca o foco do fato para os personagens envolvidos em uma estrutura em três tempos distintos.
Em sentido diametralmente oposto na estrutura de realização, a aposta estética de Felipe Bragança com “A Fuga, a Raiva, a Dança, a Bunda, a Boca, a Calma, a Vida da Mulher Gorila” pode até ter desagradado boa parte da platéia, mas oxigenou a produção atual com criatividade e experimentalismo – o filme, inclusive, recebeu os prêmios da crítica e do júri jovem e teve custo inacreditável de oito mil reais. Felipe Bragança, parceiro de produções de Karim Ainouz e co-roteirista de “No Meu Lugar”, é um nome a que se deve mesmo prestar atenção.
A “12ª Mostra de Cinema de Tiradentes” exibiu um número surpreendente de documentários em longa-metragem – 14 de um total de 28. E muitos desses documentários agradaram a platéia, como “Loki – Arnaldo Baptista” – que repetiu o sucesso quando exibido na Mostra CineBH no ano passado, “Contratempo”, de Malu Mader e Mini Kerti; “Hotxuá”, de Letícia Sabatella e Gringo Cardia; “KF2-1348”, de Gabriel Mascaro e Marcelo Pedroso; e “Titãs – A Vida Até Parece uma Festa”, de Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves – vencedor do Prêmio do Júri Popular. Outro documentário que se destacou, principalmente entre a crítica, foi “Vida”, de Paula Gaitán, biografia poética da atriz e musa do Cinema Marginal, Maria Gladys. Já “A Casa de Sandro”, de Gustavo Beck, recebeu menção honrosa do Júri da Crítica, mas foi o filme de maior debandada da mostra – da sala cheia do início da sessão sobraram cerca de 70% do público.
Destacaram também filmes de ficção como: ”Canção de Baal”, de Helena Ignez; “A Festa da Menina Morta”, de Matheus Nachtergaele; “Praça Sans Peña”, de Vinícius Reis; e a retrospectiva do cineasta homenageado nessa edição, José Eduardo Belmonte, com os filmes “Subterrâneos” – melhor filme de toda a mostra, “A Concepção” e “Se Nada Mais Der Certo” – filme premiado no Festival de Rio em 2008.
A “12 Mostra de Cinema de Tiradentes” antecipou o calendário da França no Brasil ao trazer três importantes curadores de festivais franceses – Cannes, Toulouse e Nantes – para conhecer novos talentos e participar de um debate com o público e setores do audiovisual – muitas cópias foram, inclusive, legendadas em francês.
Por: Adilson Marcelino, jornalista, pesquisador de cinema e editor do site Mulheres do Cinema Brasileiro
Foto: Quatroventos - Flickr
Se você já está enjoado das músicas de seu computador uma boa dia é o site francês Deezer. Ele funciona como uma fonte on line dos mais variados estilos e bandas, ainda com poucas brasileiras, mas com uma coletânea de rock’n roll de dar inveja. Lá você pode ouvir toda bibliografia de vários artistas e ainda montar sua playlist, tudo 0800. Lá tem a nossa playlist, que vai de Herbie Hancock a Rolling stones, se quiser conferir é só procurar por Nuts Music Station.
Link do Deezer: www.deezer.com
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