À flor da pele

Alexandre Severo é um fotógrafo brasileiro absolutamente incrível, que infelizmente, partiu dessa para uma melhor junto com o candidato à presidência Eduardo Campos. O acidente o levou embora, mas o seu trabalho ficou. É pernambucano e sempre valorizou as manifestações culturais da sua terra. Seus projetos sempre privilegiaram a brasilidade e a diferença. E é justamente isso que o cara faz no ensaio À flor da pele.

No site, segue essa bela descrição sobre o projeto: “Nasceram sem cor, numa família de pretos. Três irmãos que sobrevivem fugindo da luz, procurando alegria no escuro. O mais novo diz que é branco vira-lata. Os insultos do colégio viraram identidade. A mãe cochicha que são anjinhos. Eles têm raça sim. São filhos de mãe negra. O pai é moreno. Estiraram língua para as estatísticas e, por um defeito genético, nasceram albinos. Negros de pele branca. A chance dos três nascerem assim na mesma família era de uma em um milhão. Nasceram. Dos cinco irmãos, apenas a mais nova é filha de outro pai. Esta é a história do contrário.” 

Quem quiser dar uma sacada mais demorada no projeto e no Severo, clica aí!

Internet e democracia [2]

Para continuar a série, aqui vai mais um vídeo do TED que mostra como a Internet pode transformar ainda mais nossas vidas.

Beth Noveck trabalha para o governo americano e é a responsável por um processo de abertura do trabalho de governança. Em outras palavras, foi ela quem levou a Casa Branca para as redes sociais. Só que, segundo ela, isso não é o bastante. É só o primeiro passo para uma nova forma de se fazer política.

Dá uma checada! Em tempos de eleição, é sempre bom pensar em novas formas de participação.

Internet e democracia

Estamos vivendo uma revolução midiática e ela tem nome: chama-se internet. A internet surgiu e aumentou nossa capacidade de produção/consumo de informação amplamente. Hoje, quem está conectado à rede tem muito mais acesso à informação do que há algumas décadas atrás. Mas a World Wide Web é muito mais do que uma porta de entrada. Ela reconfigurou a maneira com a qual nossa sociedade debate. É disso que Clay Shirky, especialista e teórico em Mídias Sociais, fala nessa palestra do TED.

Em tempos de eleição, esse merece o play.

Rio Baile Funk! [ensaio fotográfico]

Vincent Rosenblatt é um fotógrafo francês de 41 anos que resolveu registrar o que muito tupiniquim ignora ou não quer ver: a cultura do baile funk. O cara foi em mais de 400 bailes entre 2005 e 2014. As fotos foram tiradas em mais de 100 localidades durante esse período, do Santa Tereza ao Castelo das Pedras. 

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O projeto tem nome de Rio Baile Funk! Favela Rap (2005-2014) e pode ser visto na íntegra no site do fotógrafo. São mais de 160 fotos e a gente recomenda o clique.

O pessoal do Catraca Livre fez uma entrevista com o cara, na qual ele conta um pouco sobre como surgiu o interesse pelo funk carioca e o que ele pensa da pacificação das favelas e a sensualidade do universo funkeiro. Cola lá e confere!

Livros de um segundo

Já parou pra pensar em quanta coisa é publicada no twitter em um segundo? É conteúdo o bastante para preencher 4 livros!

Um estudante suísso de design na HGK Basel teve essa ideia para uma disciplina na faculdade e os professores gostaram tanto que resolveram materializar o projeto.

 

O #oneProject é uma série de quatro livros que englobam mais de cinco mil tweets em 42 línguas. O designer criador, Philipp Adrian, ainda fez uma compilação dos usuários, baseado na cor e no design de seus perfis. Isso tudo sem deixar o contexto de fora. Tá bom ou quer mais?

Até agora, o projeto está disponível somente na biblioteca da HGK Basel. Mas o autor avisa que, tendo interesse o bastante, a publicação pode rolar. 

 

via yahoo tech

Com amor

Quantos cartões de presente são assinados assim? Infinitos. Um arquiteto brasileiro resolveu levar isso ao pé da letra e o resultado foi esse: 

O cara literalmente faz objetos com amor, através desse sistema multisensorial que transforma amor em forma. O projeto chama Love Project e foi apresentado no Design Weekend São Paulo. 

Funciona mais ou menos assim: a pessoa conta uma história de amor enquanto os sensores monitoram as ondas cerebrais, a voz e os batimentos cardíacos. A forma vai variando de acordo com o discurso, seguindo esse parâmetros aí: 

Bonito, né? Os desenvolvedores (Guto Requena + D3 Studio) já estão trabalhando para lançar um aplicativo que reproduza o projeto e dê a opção para o usuário de mandar o desenho para uma impressora 3D. 

Se quiser dar uma sacada no trabalho do Guto Requena, clica .

 

via PSFK

De perto

No cinema, volta e meia rola um plano-detalhe pra mostrar alguma coisa muito de pertinho. Geralmente, ele dura muito pouco e serve pra contar uma parte importante da história. Mas e daí? Daí que uns caras resolveram fazer um clipe e contar uma história inteira de um encontro romântico só com mega planos-detalhe.

Confere aí que é bonito demais!

 

 

Pra conhecer mais do trabalho do diretor Gustav Johansson, clica aqui. O cara é foda.